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Assembleia tem até obrigação de aprofundar essa investigação”, afirmou Max.

Max Russi defende CPI para investigar consignados em MT

Oscar polita
Oscar Junior Polita é jornalista, portador do Registro Profissional — DRT nº 0003479/MT, comunicador e responsável pelo Mutum Notícias, veículo de comunicação com atuação em Nova...
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Assembleia tem até obrigação de aprofundar essa investigação”, afirmou Max.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi, ganhou protagonismo no debate sobre as possíveis irregularidades envolvendo empréstimos consignados no Estado ao defender o aprofundamento das investigações e admitir a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Diante dos novos fatos revelados por uma operação da Polícia Federal, Max Russi afirmou que, caso seja confirmada a atuação em Mato Grosso de empresas investigadas por possíveis fraudes em operações de crédito consignado, a Assembleia Legislativa terá a responsabilidade de agir.

Assembleia tem até obrigação de aprofundar essa investigação”, afirmou Max.

“Se isso se concretizar e forem empresas que atuaram nos consignados de Mato Grosso, a Assembleia tem até obrigação de aprofundar essa investigação”, afirmou Max.

Max reforça papel fiscalizador da Assembleia

A declaração do presidente da ALMT reforça o papel de fiscalização do Poder Legislativo diante de um assunto que envolve diretamente servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Max Russi afirmou que acompanha os novos desdobramentos e destacou que o surgimento de informações relacionadas a uma investigação da Polícia Federal muda o cenário dentro da Assembleia.

Anteriormente, o parlamentar avaliava que o período eleitoral poderia dificultar os trabalhos de uma CPI. Agora, diante da possibilidade de novas irregularidades envolvendo empresas do setor, Max considera necessário aprofundar as apurações caso seja comprovada alguma ligação com os consignados contratados em Mato Grosso.

A posição adotada pelo presidente também fortalece a mobilização interna pela criação da comissão.

Segundo Max Russi, pelo menos seis deputados estaduais já teriam manifestado apoio à instalação da CPI dos consignados. Para avançar, o requerimento precisa atingir o número necessário de assinaturas entre os parlamentares.

Proteção aos servidores

Ao defender uma investigação mais ampla, Max Russi coloca a proteção dos servidores públicos entre os principais argumentos para que o caso seja esclarecido.

As denúncias e suspeitas envolvendo empréstimos consignados preocupam principalmente porque as parcelas são descontadas diretamente dos salários ou benefícios dos consumidores.

Para o presidente da Assembleia, caso sejam identificados problemas envolvendo empresas que atuaram no Estado, será necessário buscar respostas e responsabilidades.

A eventual CPI teria poderes para convocar representantes de empresas, solicitar documentos, ouvir servidores e reunir informações que possam esclarecer como os contratos foram realizados.

Investigação da Polícia Federal aumenta pressão

O debate ganhou força após uma operação da Polícia Federal investigar um grupo econômico suspeito de irregularidades relacionadas a operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado.

A investigação apura possíveis práticas que teriam prejudicado consumidores, incluindo servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Entre as suspeitas investigadas está a oferta de operações apresentadas como cartão de crédito consignado, mas que poderiam funcionar, na prática, como empréstimos com juros elevados e mecanismos capazes de dificultar a quitação das dívidas.

Os fatos investigados ainda precisam ser esclarecidos pelas autoridades e não representam, por si só, condenação dos envolvidos.

Max aguarda informações oficiais

Apesar de defender uma atuação firme da Assembleia Legislativa, Max Russi ressaltou a necessidade de confirmar oficialmente quais empresas são investigadas e se existe ligação direta entre elas e os contratos realizados em Mato Grosso.

Caso essa relação seja comprovada, o presidente sinalizou que a criação da CPI ganha ainda mais força.

A posição de Max Russi deve ser determinante para os próximos passos do Legislativo, já que, como presidente da Assembleia, o deputado ocupa uma das principais funções de articulação política dentro da Casa.

Com o avanço das investigações e o aumento da preocupação entre servidores, a expectativa agora está voltada para a coleta das assinaturas necessárias e para os próximos posicionamentos dos deputados estaduais.

Para Max Russi, entretanto, a mensagem é clara: havendo indícios de que empresas investigadas atuaram nos consignados de Mato Grosso, a Assembleia Legislativa deverá cumprir seu papel e aprofundar as investigações.

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Oscar Junior Polita é jornalista, portador do Registro Profissional — DRT nº 0003479/MT, comunicador e responsável pelo Mutum Notícias, veículo de comunicação com atuação em Nova Mutum e região. Atua na produção de conteúdo jornalístico, cobertura política, comunicação institucional e informação regional com foco na comunidade mutuense.